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pra amar é preciso admirase não admira não amas de verdade
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# Introdução:
Kurt Donald Cobain, vocalista da banda Nirvana, foi encontrado morto em sua casa, em Seattle, no dia 8 de abril de 1994. A polícia alega que ele foi morto por um tiro auto-infligido na cabeça. Um número de amigos íntimos de Kurt, porém, ainda têm dúvidas sobre se ele realmente cometeria suicídio, deixando para trás uma filha que ele amava incondicionalmente.
Anna Woolverston é um jornalista musical de Seattle que cobriu Cobain durante anos em diversas publicações musicais, incluindo Rocket and Alternative (ela agora trabalha na Sub Pop Records). “Eu certamente não descartaria assassinato”, diz Woolverston. “Ele foi cremado assim não há muito do corpo para investigar, mas acho muito estranho ele tirar sua própria vida, porque ele amava tanto a filha. Ele viveu para ela. ” (14)
A investigação do assassinato de Cobain foi desenvolvido a partir do conhecimento de primeira mão e experiências de não uma, mas duas pessoas que estavam muito perto da situação - Tom Grant, o detetive particular que foi contratado pela esposa da vítima, e Rosemary Carroll, advogada e amiga pessoal da suspeita e da vítima. (1, pg.63) Este livro pretende provar, sem margem para dúvidas, que Kurt Cobain não é culpado de suicídio. A evidência vai mostrar que a mulher de Kurt, Courtney Love, conspirou para assassiná-lo, com possível assistência de seu colaborador próximo, Michael ‘Cali’ DeWitt (Cali foi contratado pela família Cobain em 1993 como uma babá para sua filha Frances Bean).
A seguir, uma lista de referências sobre as quais cito e baseio minhas provas:
[1] Grant, Tom. The Cobain Case Manual
O depoimento de Tom Grant (investigador particular contratado por Courtney) é de maior importância no caso presente. Suas alegações são apoiadas por telefonemas gravados e conversas de ambos, Courtney Love e de sua advogada, Rosemary Carroll.
[2] Barnett, Frances. Kurt Was Not Suicidal
Frances Barnett foi uma investigadora independente da Inglaterra. Ela manteve um site sobre este caso até meados de 2000. Frances usa citações para todas as sua informações. Sua obra contém excertos de artigos de notícias mais populares que poderiam permaneceram enterrados no tempo se não fosse pela sua investigação meticulosa. Frances alegou primeiro que seu nome real era Sue, mas tenho razões para acreditar que ‘Frances Barnett’ é um pseudônimo referenciando a real vida de uma pessoa, a Frances Farmer (Barn = Farm). Frances Barnett sumiu de repente, e seu site, desde então, foi encerrado.
[3] Wallace, Max e Halperin, Ian. Who Killed Kurt Cobain?
Wallace e Halperin ganharam acesso a muitos dos amigos de Kurt e realizaram entrevistas com quase todos os envolvidos neste caso. Eles também escreveram Love & Death (uma versão atualizada de Who Killed Kurt Cobain?) A pesquisa deles tem descoberto muitas peças condenatórias de provas, incluindo uma “prática de escrita” encontrada na mochila de Courtney por sua advogada, Rosemary Carroll.
O resto da lista contém os livros, artigos das principais notícias da mídia e obras complementares de Frances Barnett e Wallace & Halperin. Outros artigos são referências individuais no texto:
[4] Rolling Stone editors. Cobain
[5] Melody Maker - Abril 16, 1994
[6] Thompson, Dave. Never Fade Away
[7] Seattle Times - Maio 11, 1994
[8] Seattle Post Intelligencer - Abril 15, 1994
[9] Seattle Post Intelligencer - Abril 14, 1994
[10] Barnett, Frances. Eldon Hoke AKA El Duce
[11] High Times - Abril ‘96 - Steve Bloom and Tim Kenneally
[12] Barnett, Frances. Kristen Pfaff
[13] Mojo Issue 54, Maio 1998 - Who Killed Kurt Cobain?
[14] Canadian Disk, Junho 1995, Halperin - cobain
[15] Shift Magazine Setembro 1997 - whats love got to do with it?
[16] 1998 Rolling Stones artigos - Anni Layne (possivelmente outros também)
[17] Barnett, Frances. The Rome Incident
[18] Nevermind the Barbituates, Mick Wall
[19] Friend Innocently Bought Shotgun for Cobain
[20] Heavier than Heaven - Carolynn Acierno
[21] How did Kurt Cobain Die? Toronto Sun
[22] Was Kurt Cobain Murdered? (Jornal Belga)
[23] Barnett, Frances. Unnamed Sources of Courtney Love
[24] Love and Death Halperin/Wallace
[25] Sanford, Christopher Kurt Cobain 1996
[26] Barnett, Frances Timeline of Events
[27] Mojo, Maio 2001
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Notas da tradutora: Mais uma vez trago o assunto a tona com uma diferente fonte. Como vocês podem perceber isso é um assunto que realmente me incomoda e sei que muitos fãs da Courteny Love são contra as acusações. Todos têm seu direito de opinião é a minha é essa. Não vou publicar asks relacionadas com o assunto, então quem quiser falar algo não venha como anônimo, responderei somente em privado. Espero que a tradução os ajude a entender ainda mais o que aconteceu com Kurt Cobain. Agradeço a Brendan Hunt, autor do livro, que autorizou a tradução e publicação do mesmo. O original em inglês se encontra em seu site: brendanhunt.com
Boa leitura!
(Fonte: kurtdavekrist)
“Se você tá sofrendo por causa de um amor perdido, eu tenho más notícias: não há nada que você possa fazer. E não há ninguém que possa ajudar. Na melhor das hipóteses, você vai ter um amigo paciente pra levá-lo a um bar e ouvir suas queixas e, eventualmente, buscar você em um bar e leva-lo pra casa com segurança, nos dias que você se comportar feito um bobo. Na verdade, até existe alguém capaz de curar sua dor, mas esse alguém não costuma ter pressa: ele se chama tempo.
Portanto, procure levantar sua cabeça, e dar um passo adiante, por menor que seja, porque você ainda tem um longo caminho a percorrer dentro desse inferno. Ter pena de si mesmo não vai ajudar em nada, e por mais que você que não acredite, eu posso te garantir que você sente algum prazer em cultivar esse sofrimento. Sim, estar triste é uma forma de exercer a paixão, quando o alvo dessa paixão já se foi. Você está usufruindo o seu direito de estar eternamente apaixonado. Isso é ótimo, prova que você é um romântico. Mas, coisas ótimas não costumam ser baratas, e você tem que pagar seu preço.
Em algum momento, tudo isso vai passar. E nesse caso, quando o furacão for embora, ele não deixará destroços, como se nada tivesse acontecido. Você vai recuperar suas noites de sono. Vai se sentir revigorado, vai tá feliz consigo mesmo, vai levantar sua auto-estima. Você vai tá pronto pra entregar seu coração à outra pessoa, mesmo correndo o risco de parti-lo em mil pedaçoes novamente, porque o amor… sempre vale a pena.
ele veio pra me mostrar que eu posso ser feliz sem ser com aquilo que eu esperava
“Se você quiser o mundo, eu te ofereço o meu .— Scracho - Incompleto (via fukingperfect)(Fonte: matteuscesar, via meumalditoamor)
Se existe uma coisa que me irrita, é quando tentam me obrigar a fazer aquilo que eu não quero. (Sabedorias)
(via suapequenaa)